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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Sessão de entrega de prémios do IV Concurso Concelhio de Poesia, Prosa e Ilustração

No dia 6 de junho, na Biblioteca Municipal, realizou-se a sessão de entrega de prémios do IV Concurso Concelhio de Poesia, Prosa e Ilustração, promovido pela Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal em articulação com o Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal.
Este ano o concurso foi subordinado ao tema “O Mar” e o número de participantes foi maior relativamente aos anos anteriores.
O concurso foi apoiado pela Rede de Bibliotecas Escolares e, novamente, pela Fundação Lapa do Lobo.

Os vencedores foram:

Ilustração
1.º Escalão – Maria Eduarda Neves Amorim – 1.º ano – EBASM
2.º Escalão – Ana Filipa Vilhena da Silva – 4.º Ano – EBASM
3.º Escalão – Jéssica Sofia da Silva Pais – 6.º ano – EBASM
4.º Escalão – Sérgio Silva – 9.ºB – Escola Secundária
6.º Escalão – Sandra Cristina Pereira Fernandes Tavares (E.E.)

Menções Honrosas
Turma C – CENA – Educ. Teresa Rebelo
Turma B – CENA – Educ. Cristina Lares

Poesia
2.º Escalão – Maria Batista Cardoso – 1.º CEB – EBASM
3.º Escalão – Carolina Alves Costa – 6.ºA – E.B. n.º2

Menções Honrosas
Bernardo Duarte Diogo – 5.ºC – E.B. n.º2
Beatriz Oliveira – 6.ºB – E.B. n.º2
Inês Diogo Pina – 6.ºB – E.B. n.º2

5.º Escalão – Dinis Fernandes Nunes – 10.ºB1 – Escola Secundária

Prosa
2.º Escalão – João Pedro Marques Amaral Rosas de Sousa – 2.º C – EBASM
3.º Escalão – João Lourenço Pereira – 5.ºA – E.B. n.º2


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sessão de entrega de prémios do III Concurso Concelhio de Poesia, prosa e ilustração

No dia 14 de junho, no auditório pequeno do Centro Cultural de Carregal do Sal, realizou-se a sessão de entrega de prémios do III Concurso Concelhio de Poesia, Prosa e Ilustração.
Este concurso foi promovido pela Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal em articulação com os professores de Português e do 1.º Ciclo e dos educadores de infância. Este ano, o tema do concurso foi “Carregal do Sal- 175anos”.
Os prémios foram oferecidos pela Fundação Lapa do Lobo e pela Rede de Bibliotecas Escolares.
Os vencedores da terceira edição deste concurso foram:

Modalidade de ilustração
1.º Escalão
Jardim de Infância de Alvarelhos
2.º Escalão
Filipe Campos da Costa – EB1 de Oliveirinha
Modalidade de poesia
2.º Escalão
Sofia Alexandra Borges de Sousa – 1.º CEB de Oliveirinha
3.º Escalão
Jacinta dos Santos Soares de Albergaria – 6.ºA -  EB N.º2 de Carregal do Sal
4.º Escalão
Dinis Nunes – 9.ºC - EB N.º2 de Carregal do Sal
Modalidade prosa
3.º Escalão
Anastasiya Danylyak – 6.ºA -  EB N.º2 de Carregal do Sal
4.º Escalão
Paula Andreia de Paiva Castelo Branco – 9.ºC – EB N.º2 de Carregal do Sal

Ao longo do ano letivo, as bibliotecas escolares dinamizaram um campeonato de Língua Portuguesa com a finalidade de contribuírem para a implementação do acordo ortográfico. A Equipa das Bibliotecas Escolares aproveitou a oportunidade e procedeu também à entrega de prémios aos vencedores deste campeonato. As alunas premiadas foram:

- Maria Inês Nunes – 6.ºA -  Escola Básica N.º2 de Carregal do Sal
 - Kátia Figueiras Costa – 10.ºC - Escola Secundária de Carregal do Sal
- Fernanda Maria Vicente Coelho – 8.ºF – Escola Básica Aristides de Sousa Mendes

A sessão foi animada com a participação dos vencedores do concurso musical “A tua estrela não me é estranha”, realizado no dia 6 de junho na escola sede do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Concurso Nacional de Leitura - fase distrital




Este ano a Biblioteca Municipal Tomás Ribeiro foi selecionada para organizar a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, a ter lugar no dia 23 de abril de 2012, em Tondela.
O Concurso Nacional de Leitura destina-se a alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário e tem por objetivo estimular a prática da leitura entre os jovens.
No dia da prova distrital, os candidatos serão submetidos a um questionário escrito com respostas de escolha múltipla e a uma prova oral. Os vencedores de cada distrito participarão na fase final, em Lisboa.
Para a prova distrital, os alunos do 3º ciclo deverão ler as obras O mundo em que vivi  de Ilse Losa e História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar de Luís Sepúlveda. O mandarim de Eça de Queiroz e Crónica de uma morte anunciada de Gabriel Garcia Marquez serão os textos a ler pelos alunos do secundário.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Regulamento do Concurso de Poesia

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Concurso de Leitura online - 3ª fase

Retomou a estrada, marchou para Terni. E prodigiosa foi, desde esse dia, a actividade de sua virtude. Através de toda a Itália, sem descanso, pregou o Evangelho Eterno, adoçando a aspereza dos ricos, alargando a esperança dos pobres. O seu imenso amor ia ainda para além dos que sofrem, até aqueles que pecam, oferecendo um alívio a cada dor, estendendo um perdão a cada culpa: e com a mesma caridade que tratava os leprosos, convertia os bandidos. Durante as invernias e a neve, vezes inumeráveis dava, aos mendigos, a sua túnica, as suas alpercatas; os abades dos mosteiros ricos, as damas devotas de novo o vestiam, para evitar o escândalo de sua nudez através das cidades; e, sem demora, na primeira esquina, ante qualquer esfarrapado, ele se despojava sorrindo. Para remir servos que penavam sob um amo feroz, penetrava nas igrejas, afirmando, jovialmente, que mais apraz a Deus uma alma liberta que uma tocha acesa. Cercado de viúvas, de crianças famintas, invadia as padarias, açougues, até as tendas dos cambistas, e reclamava imperiosamente, em nome de Deus, a parte dos deserdados. Sofrer, sentir a humilhação eram, para ele, as únicas alegrias completas: nada o deliciava mais do que chegar de noite molhado, esfaimado, tiritando, a uma opulenta abadia feudal, e ser repelido da portaria como um mau vagabundo; só então, agachado nos lodos do caminho, mastigando um punhado de ervas cruas, ele se reconhecia verdadeiramente irmão de Jesus, que não tivera também, como têm sequer os bichos do mato, um covil para se abrigar. Quando um dia, em Perusa, as confrarias saíram ao seu encontro, com bandeiras festivas, ao repique dos sinos, ele correu para um monte de esterco, onde se rolou e se sujou, para que daqueles que o vinham engrandecer, só recebesse compaixão e escárnio. Nos claustros, nos descampados, em meio das multidões, durante as lides mais pesadas, orava constantemente, não por obrigação, mas porque na prece encontrava um deleite adorável. Deleite maior, porém, era, para o franciscano, ensinar e servir. Assim, longos anos errou entre os homens, vertendo seu coração como a água de um rio, oferecendo os seus braços como alavancas incansáveis; e tão depressa, numa ladeira deserta, aliviava uma pobre velha de sua carga de lenha, como numa cidade revoltada, onde reluzissem armas, se adiantava, com o peito aberto, e amansava as discórdias. Enfim, uma tarde, em véspera de Páscoa, estando a descansar nos degraus de Santa Maria dos Anjos, avistou de repente, no ar liso e branco, uma vasta mão luminosa que sobre ele se abria e faiscava. Pensativo, murmurou: - Eis a mão de Deus, a sua mão direita, que se estende para me colher ou para me repelir. Deu logo a um pobre, que ali rezava a Avé-Maria, com a sua sacola nos joelhos, tudo o que no mundo lhe restava, que era um volume do Evangelho, muito usado e manchado de suas lágrimas. No domingo, na igreja, ao levantar a Hóstia, desmaiou. Sentindo então que ia terminar a sua jornada terrestre, quis que o levassem para um curral e o deitassem sobre uma camada de cinzas. Em santa obediência, ao guardião do convento, consentiu que o limpassem dos seus trapos, lhe vestissem um hábito novo: mas, com os olhos alagados de ternura, implorou que o enterrassem num sepulcro emprestado, como fora o de Jesus, seu senhor. E, suspirando, só se queixava de não sofrer: O Senhor, que tanto sofreu, por que não me manda a mim o padecimento bendito? De madrugada pediu que abrissem, bem largo, o portão do curral. Contemplou o céu que clareava, escutou as andorinhas que, na frescura e silêncio, começaram a cantar sobre o beiral do telhado e, sorrindo, recordou uma manhã com Francisco de Assis à beira do lago de Perusa, o mestre incomparável se detivera ante uma árvore cheia de pássaros e, fraternamente, lhes recomendara que louvassem sempre o Senhor! "Meus irmãos, meus irmãos passarinhos, cantai bem a vosso Criador, que vos deu essa árvore para que nela habiteis, e toda esta limpa água para nela beber, e essas penas bem quentes para vos agasalharem, a vós e aos vossos filhinhos!" Depois, beijando humildemente a manga do monge que o amparava, Frei Genebro morreu.


Assinala se as afirmações são verdadeiras ou falsas.
1.A obra de frei Genebro espalhou-se por toda a Europa.
2.Frei Genebro tratava de forma altruísta e de modo indistinto todos os seres humanos.
3.A infelicidade de frei Genebro resultava do sofrimento e da humilhação.
4.Frei Genebro era frequentemente exposto das abadias como se fosse um vagabundo.
5.A felicidade de frei Genebro advinha de da oração, dos ensinamentos e do serviço ao próximo.
6.Frei Genebro teve medo da aproximação da morte porque iria sofrer imenso.